segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011


Destas, o cilantro, a hierbabuena e o perejil são as mais usadas em minha casa.
Para as amêijoas à bulhão pato, os mojitos e o bacalhau à braz, respectivamente.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

INFELIZMENTE ACHO QUE TINHA RAZÃO


Há seis meses e meio disse neste post que o Benfica (ainda) não tinha substitutos à altura do Quim, Di Maria e Ramires. Passado todo este tempo olho para trás e acho que estava certo. Hoje o Benfica tem esses substitutos, Roberto, Gaitán e Sálvio e está a jogar à campeão. É pena que, suspeito, seja tarde demais.
Pelo menos hoje fez-se história.


Cada vez tenho mais dificuldade em lidar com a incompetência. E isso inclui-me a mim próprio, pois não sou perfeito mas esforço-me para o ser. Mas o que verdadeiramente me lixa é quando a incompetência dos outros interfere no meu bem estar.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011


Há músicas que parece quererem dizer-me muito e não me dizem nada. É por isso que sempre apreciei mais a melodia que a letra das canções. E esta é das que não me diz nada mas tem ali qualquer coisa que não consigo explicar. E eu que nem aprecio PJ Harvey por aí além.



A MANIA DO GOURMET


Outro dia num centro comercial de Lisboa vi um cartaz que dizia:

Frango da guia gourmet na praça da restauração.

Fiquei com curiosidade se também teriam minis gourmet (provavelmente do tamanho daquelas garrafinhas de amostras de whisky), batatas fritas gourmet (neste caso por mais voltas que desse à minha cabeça não consegui imaginar nada) e salada de tomate gourmet (talvez cortada com uma faca japonesa xpto e com um tempero de gosma de lesma do Monte Fuji).

Senhores promotores desta brilhante ridícula ideia, quem quer frango da guia, quer pegar numa perna suculenta, desfazê-la à dentada e besuntar os beiços com o molho típico que vem a acompanhar! Depois de embaçada por quase não respirar ao deglutir o pitéu, a malta quer aventar-se directamente à imperial, lambusando as bordas do copo para no final soltar um sonoro arroto com sabor a cebola devido ao tempero da salada de tomate com orégãos. Perceberam? Qual frango da guia gourmet qual quê, porra!!

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011


A vida na cozinha em Madrid torna-se muito mais fácil quando se aprende o nome das ervas aromáticas em espanhol.

O PAR IDEAL


No seguimento do post da teoria económica das relações, imaginemos que efectivamente encontramos a pessoa que julgamos ser a certa porque tem uma série de características que consideramos essenciais, as tais que nos levaram a tomar uma decisão. Por outro lado, como ninguém é perfeito, algumas pequenas diferenças de personalidade que à partida podem ser vistas como uma incompatibilidade, no fundo podem servir como complemento e serem uma forma de aprendizagem pessoal.

Por exemplo, o que se ganharia ao juntarem-se dois arrumadinhos? OK, teriam sempre a casa num brinquinho. E então? No caso de um ser arrumado e o outro desarrumado haveria sempre a hipótese do segundo aprender alguma coisa e perdoar facilmente um pequeno desleixo do primeiro. Agora, dois arrumadinhos? Qual a probabilidade de um deles ensinar ao outro que se pode viver com alguma desarrumação? Zero. E qual o interesse disto? Uma seca!

domingo, 20 de fevereiro de 2011

INCRÉDULO


Nunca pensei que um post tão simples viesse a ser o mais comentado. O que concluir, alguém explica?

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

QUERIDAS LEITORAS, DIGAM-ME


Quem é que em criança jogava a uma coisa que tinha como refrão*:

Pimpuneta, pitá pitá pituxa, pitá pitá pituxa, plim!


*com a colaboração da minha irmã, claro está

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

E A SEGUIR?


Depois das sete maravilhas de tudo e mais alguma coisa, o que é que virá a seguir?

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011


Só lhe falta mesmo opinar sobre a temática dominante do dia e vermos uma quantidade de gente agradecer-lhe pela resolução dos problemas do coração.


Irrita-me sobremaneira que tudo o que o Marcelo Rebelo de Sousa diga, seja tomado por lei pela carneirada. O homem é professor universitário catedrático, tem inegável mérito, mas não é um deus, porra!

O MUNDO É INJUSTO


Ninguém gosta da crise. Assim sendo quem é que lhe vai dar beijinhos hoje?

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011


Hoje estou com tanta moleza que se fosse das Caldas da Rainha diria:

Não me apetece fazer um c@r@lho!

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

MOLHO DE PATO


A música mais parva dos últimos tempos. Primeiro estranha-se, depois entranha-se.




DEMASIADO VELHO


Gostos não se discutem mas quem continua a achar que o vinho Monte Velho tem um boa relação qualidade/preço, anda muito distraído. No mínimo.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011






anos de blog. Hoje.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

PORTUGAL - ARGENTINA


Paulo Bento, foste enganado. Para um jogo que parece que vai opôr apenas o Cristiano Ronaldo ao Lionel Messi, para quê convocar tantos jogadores?


Espanha e os países onde os nomes das pessoas terminam em ic ou ov, são os únicos que ainda ligam à Eurovisão.

TEORIA ECONÓMICA DAS RELAÇÕES


Diz muita gente que se não for por um grande amor não vale a pena começar uma relação. Mas como é que sabemos se essa pessoa é mesmo a ideal, a melhor que podemos encontrar? Não sabemos, pura e simplesmente não sabemos. Poderiamos desperdiçar uma vida inteira à procura de alguém ainda melhor e continuar sem a encontrar, porque mesmo julgando tê-la encontrado, há sempre a hipótese de existir outra melhor. Para alguns é aqui que entra a célebre piada "enquanto não encontro a pessoa certa divirto-me com as erradas". Mesmo supondo que existisse alguém melhor, aplicariamos aqui o segundo teorema da famosa teoria de valor de Alfred Marshall, economista inglês:

a escolha racional leva a seleccionar a quantidade em que o benefício marginal é igual ao custo marginal.

Não é isso que se verificaria na maioria dos casos. O ligeiro aumento de qualidade que poderia ser incrementado ao encontrarmos alguém melhor (benefício marginal), não seria suficientemente compensatório pelo tempo gasto na sua procura e pelo risco inerente de desperdiçar uma oportunidade que no momento sabemos que é a melhor que alguma vez tivemos e se encaixa totalmente no nosso perfil (custo marginal).

Isto é uma visão crua da realidade. Todos sabemos que as relações não se explicam com base na Economia, mas não deixa de ser uma explicação original.